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domingo, 13 de março de 2016

Veja 30 dicas de saúde para mulheres

Ter a saúde em dia é questão de criar e manter hábitos simples que incluem alimentação saudável, monitoramento constante das condições gerais e um estado mental positivo. A boa notícia é que nem tudo se resume à restrição ou vigilância e ingerir algumas doses de bebidas alcoólicas e também comer chocolate fazem parte dessa rotina. Pensando exclusivamente na saúde feminina, a revista norte-americanaHealth elaborou um plano com 30 dicas - para colocar em prática ou refletir durante todos os dias do mês, que irão ajudar a prevenir doenças. Confira:

1. Fazer um teste de colesterol: a maioria das mulheres se preocupa muito com o câncer de mama, mas na verdade, a doença cardíaca é o assassino número um das mulheres. Faça um teste de colesterol para saber se você está em risco.


2. Manter atitude positiva:
estudos comprovaram que pessoas que mantêm atitudes positivas produzem maior quantidade de anticorpos contra a gripe. Outro estudo mostrou que pessoas que vivem em estado radiante fabricam mais anticorpos em resposta à vacinação. Os pesquisadores não são claros sobre a conexão, mas sabem que o cérebro se comunica com o sistema imunológico e vice-versa.

3. Ingerir cálcio:
muitas pessoas não consomem a quantidade suficiente de cálcio, que ajuda a prevenir a osteoporose, por meio da dieta. Mulheres com idades entre 19 e 50 anos devem ingerir 1000 miligramas ou comer de 3 a 4 porções de alimentos ricos no mineral (tomado com vitamina D para a absorção) por dia.

4. Exercícios físicos para melhorar o humor: as atividades físicas trazem uma série de benefícios para a saúde e podem reduzir o risco de doenças cardíacas, artrite e outras. Mas a melhor notícia é que ela pode melhorar o humor. Um estudo descobriu que, para pessoas deprimidas, o exercício foi tão eficaz quanto a medicação antidepressiva.

5. Relacionamento: ter uma boa rede de amigos e familiares está associado a maior longevidade, enquanto a solidão está associada a riscos de doenças cardíacas.

6. Cheque sua vida sexual:
é bom checar sua vida sexual. Verifique se os seus hábitos sexuais estão fora de controle, destruindo seus relacionamentos, além de perturbar sua vida em geral. Isso poderia ser um problema.

7. Receba uma massagem:
a massagem pode ser uma arma secreta. Mesmo realizando atividades estressantes, quem recebe uma massagem mensal suporta melhor os efeitos da rotina cansativa.

8. Brinde:
beber moderadamente, não mais do que um drinque por dia para as mulheres, pode protegê-la de doenças cardiovasculares. E pode ajudar a evitar ganho excessivo de peso, segundo pesquisas. Apenas não exagere.

9. Pratique alguma atividade ao sol:
apenas 15 a 20 minutos de exposição à luz solar por dia (sempre com uso de protetor solar) pode fornecer a quantidade necessária diária de vitamina D. A substância ajuda a combater diabetes, ataques cardíacos, insuficiência cardíaca, pressão arterial alta e talvez até mesmo o resfriado comum. Mas não exagere, muita exposição ao sol pode aumentar o risco de câncer de pele.

10. Consulte o seu dentista: saúde bucal é mais do que manter apenas os dentes bonitos. Em particular, a doença periodontal está ligada a um maior risco de doenças cardíacas e diabetes. Então visite seu dentista.

11. Sair com pessoas saudáveis: os bons hábitos de outras pessoas podem passar para você. Estudos sugerem que uma série de fatores, como felicidade aparente, obesidade, tabagismo, e até mesmo solidão, são fortemente influenciados pelas pessoas ao seu redor. Portanto, seja seletivo em relação aos amigos.

12. Escrever uma lista: conhecimento é poder, especialmente quando se trata de sua saúde. Há dez testes que você pode fazer este ano, incluindo um check-up de pele, exame de sangue e triagem auditiva, que pode ajudar a compreender o seu estado de saúde geral e evitar problemas futuros.

13. Teste a quantidade de açúcar do sangue:
pré-diabetes é uma condição na qual o açúcar no sangue está elevado, mas não muito alto o suficiente para ser classificado como diabetes. Mas é quase tão tóxico para o organismo como a diabetes em si. Além do mais, cerca de 57 milhões de pessoas nos EUA têm pré-diabetes, mas não sabem disso. Exercício físico regular e um alto teor de fibras na dieta, aliados ao consumo de carboidratos saudáveis, podem manter o açúcar no sangue dentro da faixa de segurança.

14. Tomar banho frio: os devotos afirmam que duchas frias ajudam no baixo consumo de energia, a evitar enxaquecas, auxiliam na boa circulação e para redução da dor, além de permitir que as mulheres envelheçam graciosamente. (Alguns chegam a argumentar que eles são segredo da mulher francesa para ter seios firmes.)

15. Exercite seus ossos: exercícios como caminhar, dançar ou levantamento de peso podem manter os ossos fortes e saudáveis. Especialistas recomendam pelo menos duas horas e meia por semana.

16. Controle o seu estresse: estresse não é apenas desagradável, mas também pode prejudicar a saúde, aumentando inflamações no corpo e riscos de doenças cardíacas.

17. Fazer mamografia: alguns médicos afirmam que a melhor idade para fazer a mamografia é aos 40, outros dizem que o ideal é aos 50. Descubra o que o seu médico acha certo para você, baseado em sua idade e em outros fatores de risco.

18. Consuma um pouco de gengibre: durante séculos, o gengibre tem sido usado no tratamento de uma gama de problemas estomacais. Os investigadores acreditam que seus compostos estimulam as secreções digestivas e melhoram o tônus muscular intestinal.

19. Comer banana: ou um outro alimento rico em potássio e pobre em sódio, como uma batata cozida com a pele ou um abacate. Este tipo de alimento, além de ajudar na perda de peso e nos exercícios, pode manter a pressão arterial sob controle.

20. Faça do sono uma prioridade: o sono pode ser o último em sua lista, mas talvez seja hora de movê-lo para cima. Novas pesquisas sugerem que a falta de sono pode perturbar o controle de açúcar no sangue e aumentar o risco de diabetes tipo 2.

21. Lave as mãos: o hábito é a atitude número na prevenção de doenças como resfriados, além de manter longe outros problemas como infecções por bactérias e outros vírus.

22. Pensar sobre a saúde da mama: para as mulheres jovens, o câncer de mama muitas vezes é uma das últimas coisas em suas mentes. Mas você pode começar a pensar em simples medidas preventivas, como a amamentação, exercícios e exames clínicos das mamas, mesmo em seu 20 e 30 anos.

23. Escolha alimentos saudáveis: eles são itens saborosos que oferecem s mais antioxidantes, gorduras saudáveis ou outros bons ingredientes em relação à quantidade de calorias consumidas.

24. Viver com propósito: pesquisas mostram que pessoas que são felizes e têm um propósito na vida são menos propensas a desenvolver comprometimento cognitivo e doença de Alzheimer. Por que não começar jovens?

25. Preste atenção a dores nas articulações: não há idade para desenvolver problemas nas juntas, como nos joelhos. Excesso de peso e pouca movimentação física colaboram para isso.

26. Coma mais alho: o alho é rico em antioxidantes e ajuda a combater a inflamações, diz Carmia Borek, PhD, professor e pesquisador do departamento de saúde pública e medicina da família na Tufts University School of Medicine , em Boston, nos Estados Unidos. Ele ajuda a aumentar as defesas contra doenças e provavelmente ajuda a prevenir o câncer e melhorar a saúde do coração.

27. Parar com certos hábitos: descubra um método que funciona melhor para você largar o vício de fumar para sempre.

28. Comer um pouco de chocolate: comer um quarto de chocolate todos os dias, um montante igual a cerca de um ovo de Páscoa pequeno, pode reduzir o risco de sofrer um ataque cardíaco ou um acidente vascular cerebral.

29. Comer feijão e frutas:
o feijão vermelho encabeça a lista dos alimentos com maior concentração de antioxidantes, de acordo com o Departamento de Agricultura dos EUA. As frutas também entram na lista de itens com o mesmo benefício.

30. Cuidado com alimentos gordurosos: você pode ficar viciado. Um novo estudo (em ratos) sugere que o acesso irrestrito a alimentos ricos em gordura, como bacon e cheesecake, pode desencadear o mesmo tipo de comportamento compulsivo como drogas como a cocaína.


Fonte: UOL


domingo, 6 de março de 2016

Mitos e verdades da menstruação: tire suas dúvidas

O período menstrual pode ser um eterno mistério para os homens. Mas não precisa ser um total desconhecido para eles e para as mulheres, em alguns aspectos. 

Selecionamos algumas dúvidas que surgem frequentemente nos consultórios de ginecologia. Confira:

Você deve ir ao médico quando sua menstruação começar

A menos que exista um problema, como dor ou hemorragia grave, é provável que você não precise ir a um ginecologista apenas porque teve sua primeira menstruação. Normalmente, as mulheres devem começar essas visitas ao médico quando se tornam sexualmente ativas ou quando fizer 18 anos, o que ocorrer primeiro.

Sua menstruação deve durar exatamente uma semana


A menstruação de cada mulher é diferente. É perfeitamente natural que uma menstruação dure de três a sete dias. Sua menstruação pode ser irregular, especialmente quando começa na primeira vez. Se após o primeiro ano de menstruação for normal que dure mais ou menos de uma semana, você pode conversar com o seu médico a respeito.



Virgens não podem usar absorventes internos

O mito é que as mulheres que ainda não fizeram sexo vão achar doloroso usar absorventes internos. Não é verdade, embora os níveis de conforto dependam de cada pessoa. Por exemplo, algumas meninas preferem usar absorventes internos com aplicadores plásticos porque deslizam facilmente. Outra preocupação é que os absorventes internos podem de alguma forma 'tirar sua virgindade. ' Isso também não é verdade. A única forma de perder sua virgindade é fazendo sexo. Algumas mães preferem que suas filhas esperem para usar absorventes internos, então se isso se aplica a você, certifique-se de conversar com sua mãe antes de usá-los. 

Você não deve nadar durante sua menstruação


Absorventes não funcionam na água. Portanto, se você estiver planejando nadar durante sua menstruação, use um absorvente interno. Com um absorvente interno, você pode ir nadar (e é bastante improvável que o cordão apareça, então é desnecessário usar shorts por cima de sua roupa de banho). Mas se os absorventes internos não fazem seu estilo, você pode usar um absorvente por baixo de sua roupa de banho se continuar tomando sol e ficar fora da água.

Mulheres que convivem costumam menstruar na mesma época


VERDADE. "A menstruação é uma variação hormonal e hormônios podem ser alterados a partir de fatores externos. A ansiedade, o estresse, a rotina, a alimentação, tudo isso pode influenciar. E se mulheres convivem em um ambiente com as mesmas condições, costuma influenciar o ciclo de todas, igualmente", explica a ginecologista e obstetra Erica Mantelli.

Domingos Mantelli, também ginecologista e obstetra, complementa. "Os hormônios acabam se regulando e entrando todos no mesmo ciclo. O mesmo acontece no reino animal, inclusive", conta.

Andar descalça piora a cólica

MITO. "Essa crença surgiu da ideia de que o chão frio poderia influenciar na cólica, mas isso não faz sentido. A cólica é uma contração no útero. Pisar no chão ou ficar no frio, somente, não aumentam essa contração. O que acontece é que as pessoas podem ficar mais sensíveis à dor", explica Erica Mantelli. 



O período menstrual favorece o aparecimento de acne

VERDADE. "As mudanças hormonais fazem com que as glândulas sebáceas aumentem a secreção e assim, consequentemente, a acne", esclarece Domingos. "Mas também pode ser causada pela alimentação. Depende de como a mulher se comporta no período pré menstrual, também", acrescenta Érica.

A mulher engorda no período menstrual

MITO. "A mulher pode inchar, mas engordar, não", esclarece Domingos. "O período pré menstrual pode causar um inchaço na região abnominal, por conta das alterações hormonais (as alterações do estrógeno e da progesterona, especialmente)", acrescenta.

Ter relação sexual no período menstrual é mais prazeroso

VERDADE. Pode acontecer com algumas mulheres, sim. "Aumenta a irrigação de sangue na região pélvica. Com isso, a mulher tem mais facilidade para se lubrificar e mais sensibilidade para atingir o orgasmo", explica Erica. 


Suspender a menstruação faz mal à saúde


MITO. A mulher não corre risco de saúde ao suspender a menstruação. A menstruação ocorre quando o óvulo não é fertilizado. Ele se desintegra e acontece uma descamação interna do útero – o endométrio. Mas a médica alerta: "Sangrar todo mês é um sinal que o organismo da mulher está funcionando adequadamente. E quando não há menstruação pode indicar problemas nas glândulas tireóide e supra-renal", diz. Ou seja, se você não menstrua, fica difícil identificar esses dois problemas.

Transar menstruada aumenta o risco de contrair doenças sexualmente transmissíveis


VERDADE. "Mas isso, veja bem, se o casal tiver relação sexual sem proteção, o que não deve acontecer, em hipótese alguma. Com a mulher menstruada ou não. Aumenta, porque o sangue é um meio de cultura, ou seja, contém todos os nutrientes necessários para o crescimento de microrganismos, como bactérias, fungos, vírus", explica Érica.

'TPM' não existe. É tudo psicológico.


MITO. Talvez você já tenha ouvido essa frase. Ou como verdade absoluta para algumas pessoas, ou como piadinha do namorado. Mas, Domingos afirma: "Existe, sim, porque a alteração hormonal no período que precede a menstruação mexe com todo o organismo", diz. "É uma doença que contém mais de 200 sintomas associados. A TPM pode ocorrer em mais de 50% das mulheres, devido às oscilações hormonais, mas também depende da sensibilidade de cada uma", explica Erica. "E a TPM começa até 10 dias antes da menstruação e finda quando ela chega. Os sintomas não podem ser associados a ela o mês inteiro!", acrescenta. 


Nada de exercícios, você deve sempre descansar durante a menstruação.


MITO. Se você tiver vontade de fazer exercícios, não há motivo por que não fazer. Isso é de fato uma excelente maneira de controlar a TPM e a cólica porque aumenta o suprimento de oxigênio para os músculo.

Tomar banho ou lavar seus cabelos durante um período aumentará seu fluxo


MITO. Este é bem antigo e não é verdade. Você pode se limpar e refrescar à vontade sem 'ligar a torneira. ''

Fonte: Always Brasil / gnt


sábado, 5 de março de 2016

6 dicas para diminuir as cólicas menstruais

Para diminuir as cólicas menstruais, que causam dor que pode ser intensa, desconforto e mal-estar na mulher, boas dicas incluem colocar compressas de água morna no abdômen ou eliminar a cafeína da alimentação, por exemplo.

No entanto, caso as cólicas sejam muito dolorosas e frequentes, recomenda-se consultar um ginecologista para prescrever remédios como a pílula anticoncepcional, Nimesulide ou Atroveran para reduzir as cólicas menstruais.

As 6 dicas para diminuir as cólicas menstruais incluem:


1. Colocar compressas de água morna no abdômen

As compressas de água morna ajudam a diminuir as cólicas menstruais porque a temperatura quente aumenta o fluxo de sangue e relaxa os músculos da região pélvica, diminuindo as dores. Pode-se colocar as compressas de água morna no abdômen ou na par inferior das costas.


2. Fazer exercícios que ajudam a diminuir as cólicas menstruais

Alguns exercícios que podem ajudar a diminuir as cólicas menstruais podem ser:

  • Exercício 1: deitar de barriga para cima e levar os joelhos ao peito, segurando as pernas com as mãos;
  • Exercício 2: deitada de barriga para cima, juntar os pés e puxá-los o mais próximo dos glúteos, abrindo as pernas para fora.

3. Comer 50 g de sementes de abóbora por dia

As sementes de abóbora são ricas em magnésio, que ajuda a diminuir a contração muscular e a dor das cólicas menstruais. Desta forma, é recomendado comer 50 g de sementes de abóbora por dia 10 dias antes da menstruação.

4. Não ingerir cafeína nem álcool

O álcool e a cafeína presente no café, chás, colas e chocolates, por exemplo, agravam a cólica menstrual. Por isso, é importante retirar da alimentação estes alimentos.

5. Evitar comer doces e salgados

Os doces e os salgados causam inchaço e retenção de líquido, aumentando o aparecimento de cólicas menstruais. Por esta razão, é importante ter uma dieta equilibrada, procurando evitar o excesso de doces e salgados e comendo mais legumes e verduras, frutas, frango e peixe, com pequenas refeições e intervalos entre elas.

6. Praticar exercício físico regularmente

O exercício físico libera endorfinas, que agem como um analgésico natural e que melhoram o humor. Por isso, praticar exercício físico regularmente como caminhadas, natação, yoga ou ciclismo, por exemplo, pode ajudar a prevenir ou reduzir as cólicas menstruais.

fonte: tuasaude.com

quarta-feira, 2 de março de 2016

O que corta o efeito do anticoncepcional ?

Na maioria das vezes as mulheres fazem o uso de medicamentos sem saber que eles podem cortar o efeito do anticoncepcional.

A pílula anticoncepcional há anos faz parte da vida das mulheres possibilitando a elas escolherem quando e quantos filhos desejam ter. Embora seja o método contraceptivo mais comum e mais utilizado, muitas dúvidas ainda se têm a respeito do uso das pílulas anticoncepcionais, sendo que uma delas é justamente o uso dos anticoncepcionais concomitantes a outros medicamentos, o que tanto realmente corta o efeito do anticoncepcional.

Realmente essa questão merece atenção, pois de acordo com especialistas no assunto, alguns medicamentos podem sim cortar o efeito da pílula, por isso há relatos de muitas mulheres que engravidaram mesmo fazendo uso do anticoncepcional, por isso ao ser medicada é fundamental relatar ao médico que faz uso de anticoncepcionais, para que este possa orientá-la ou receitar um outro medicamento que não comprometa a eficácia da pílula. Conheça alguns medicamentos que podem cortar o efeito da pílula.




   

O que corta o efeito da pílula anticoncepcional?

Segundo especialistas, os antibióticos são campeões em cortar o efeito do anticoncepcional, pois componentes e substâncias presentes nos antibióticos diminuem a concentração de hormônios do anticoncepcional. Alguns outros medicamentos como antiepiléticos e anticonvulsivantes, alguns tipos de diuréticos, antifúngicos e alguns antirretrovirais, costumam comprometer e até cortar a eficácia do anticoncepcional, por isso é importante junto ao uso da pílula utilizar outros métodos contraceptivos que previnem também outras doenças.




O que corta o efeito do anticoncepcional injetável?

O anticoncepcional injetável é uma ótima opção para mulheres que se esquecem de tomar a pílula com frequência e assim como as pílulas, o anticoncepcional injetável tem por finalidade impedir a ovulação, sendo sua eficácia quase que imediata. Sua composição é basicamente a mesma das pílulas, ou seja, composta por hormônios, sendo assim os antibióticos cortam o efeito do anticoncepcional, inclusive do injetável.

Chás 1
 

Ervas que cortam o efeito do anticoncepcional

A erva de são João é a mais conhecida, trata-se de um medicamento fitoterápico que embora não seja indicada, é amplamente utilizada para combater e aliviar os sintomas da depressão e da ansiedade, porém suas substâncias podem alterar a eficácia do anticoncepcional e cortar seu efeito. Alguns chás diuréticos como cavalinha, cabelo de milho, quebra pedra, dente de leão, entre outros, quando consumidos muito próximos ao horário que se ingere o anticoncepcional também podem interferir na sua eficácia, porém não há comprovação científica quanto a isso. Segundo especialistas, o chá verde e outros que auxiliam no processo de emagrecimento não interferem na eficácia da pílula, por isso não cortam o efeito do anticoncepcional.

Mais sobre o que corta o efeito do anticoncepcional?
Importante ressaltar que além dos medicamentos, algumas atitudes como a ingestão de bebidas alcoólicas em excesso podem comprometer a eficácia do anticoncepcional, assim como casos de diarreia ou vômito após a ingestão da pílula. Agora é só estar atenta, pois como sabemos que alguns medicamentos podem cortar o efeito do anticoncepcional, caso necessite fazer uso de algum não deixe de comentar com seu médico que faz uso de anticoncepcionais e previna-se com outros métodos contraceptivos, pelo menos enquanto durar o tratamento.

Fonte: mundomulheres.com

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2016

TPM é mito ou frescura?



Ok, vão dizer que essa pesquisa foi feita por homens, mas não (pasmem!).

A pesquisa realizada exclusivamente por psicólogas e psiquiatras da Universidade de Toronto, no Canadá, analisaram 41 estudos sobre TPM (tensão pré-menstrual) e mais dezenas de outros artigos sobre o assunto.

E pra variar não encontraram nenhuma prova concreta que relacione o mau humor feminino às mudanças hormonais que ocorrem dias antes da menstruação. No total, apenas 13,5% dos estudos apontavam a existência da TPM.

Alguns dos estudos até encontraram uma relação entre o mau humor e o ciclo menstrual, mas não era culpa exclusiva dos dias anteriores à menstruação, sendo que em outra fase do ciclo também havia provocado efeitos negativos no humor da mulher.

As pesquisadoras acreditam que a TPM seja apenas uma lenda.


Fonte: vocesabia.net


Alguém aí concorda com isso? Participe da enquete:


Entenda a provável relação entre o zika e a microcefalia




Identificado pela primeira vez no país em abril, o vírus da zika tem provocado intensa mobilização das autoridades de saúde no país. Enquanto a doença costuma evoluir de forma benigna – com sintomas como febre, coceira e dores musculares – o que mais preocupa é a associação do vírus com outras doenças. O Ministério da Saúde já confirmou a relação do vírus da zika com a microcefalia.

A relação entre zika e microcefalia foi confirmada pela primeira vez no mundo no fim de novembro pelo Ministério da Saúde brasileiro. A investigação ocorreu depois da constatação de um número muito elevado de casos em regiões que também tinham sido acometidas por casos de zika.

É preciso admitir que estamos enfrentando algo novo, que não conhecemos bem. O que sabemos é baseado em aspectos mais gerais e apoiado em experiências de outras doenças transmitidas por mosquitos"
Érico Arruda, presidente da Sociedade Brasileira de Infectologia

A evidência crucial para determinar essa ligação foi um teste feito no Instituto Evandro Chagas, órgão vinculado ao Ministério da Saúde no Pará, que detectou a presença do vírus da zika em amostras de sangue coletadas de um bebê que nasceu com microcefalia no Ceará e acabou morrendo.

Como a situação é muito recente, ainda não se sabe como o vírus atua no organismo humano, quais mecanismos levam à microcefalia e qual o período de maior vulnerabilidade para a gestante. Segundo o Ministério da Saúde, as investigações sobre o tema devem continuar para esclarecer essas questões.

O que é uma microcefalia?

"A microcefalia é uma diminuição do tamanho do encéfalo com relação à idade (de gestação ao nascer) e, portanto, do perímetro craniano com maior ou menor quantidade de lesões cerebrais", explica Delfraissy.
As causas são múltiplas, podendo ser infecciosas, virais, tóxicas ou produzidas pela má irrigação da placenta ou devido a problemas genéticos desconhecidos.

Quais são as recomendações para mulheres grávidas?

O Ministério da Saúde orienta algumas medidas para mulheres grávidas ou com possibilidade de engravidar tendo em vista a ocorrência de casos de microcefalia relacionados ao vírus da zika.

Uma delas é a proteção contra picadas de insetos: evitar horários e lugares com presença de mosquitos, usar roupas que protejam a maior parte do corpo, usar repelentes e permanecer em locais com barreiras para entrada de insetos como telas de proteção ou mosquiteiros.

É importante informar o médico sobre qualquer alteração em seu estado de saúde, principalmente no período até o quarto mês de gestação. Um bom acompanhamento pré-natal é essencial e também pode ajudar a diminuir o risco de microcefalia.


Leia também: Gestantes podem usar repelente de insetos?


Há risco de microcefalia se a mulher engravidar depois de se curar da zika?

Segundo o médico Érico Arruda, presidente da Sociedade Brasileira de Infectologia, o que se conhece sobre a relação entre o vírus da zika e a microcefalia é insuficiente para determinar se há risco de engravidar logo depois de se curar de uma infecção pelo vírus da zika.

“O que se pode dizer, baseado em contextos gerais, é que parece que a viremia do vírus da zika é curta, ou seja, a pessoa infectada fica pouco tempo com o vírus circulando na corrente sanguínea.” Caso isso seja confirmado, é possível que não haja risco de gravidez logo após o fim da infecção, porém ainda é cedo para ter certeza.

Fonte: G1

Leia Também: Zika vírus: entenda a transmissão e os sintomas

terça-feira, 12 de janeiro de 2016

Cefaleias: as famosas dores de cabeça na gravidez

Durante os nove meses de gestação são muito comuns as dores de cabeça, sobretudo no primeiro trimestre e até ao final, motivadas principalmente pelas alterações hormonais e pelo aumento do volume de sangue na grávida. Se o paracetamol não é suficiente para aliviar a dor, pode experimentar compressas frias, um duche, técnicas de relaxamento.

Por que é que são tão comuns?

As dores de cabeça são muito frequentes na gestação, principalmente pelas alterações hormonais (o aumento do estrogénio conduz a um congestionamento sanguíneo e à vasodilatação que aumenta as cefaleias).

Podem aparecer tanto em mulheres que nunca padeceram deste problema ou como a exacerbação de um sintoma já presente fora da gravidez. O momento da aparição mais típico é o primeiro trimestre.

Outras causas deste desconforto são as alterações metabólicas que se produzem nos primeiros meses (é frequente uma diminuição da glicose sanguínea que induz uma diminuição da tensão arterial acompanhada de enjoos e cefaleia) e o aumento do volume de sangue que se acompanha de hipotensão e vasodilatação sanguínea.

As conhecidas enxaquecas são outra classe frequente de dores de cabeça. Os especialistas estimam que cerca de 15% das mulheres que sofrem de enxaquecas têm-nas pela primeira vez quando estão grávidas (com maior frequência nos primeiros três meses).

As enxaquecas produzem uma dor aguda que vai de moderada a forte, geralmente num lado da cabeça. Duram de 4 a 72 horas (se não se tratam) e agravam-se com a actividade física. Estas podem ser acompanhadas de outros sintomas, como náuseas, vómitos ou sensibilidade à luz ou ao ruído

Algumas mulheres que padecem de enxaquecas têm dores de cabeça precedidas de sintomas, entre os quais se incluem alterações visuais, perda de sensibilidade ou formigueiro, debilidade e dificuldades na fala. Estes sintomas podem começar uma horas antes da dor de cabeça e durar até uma hora.

Quando é que se deve ir ao médico?

A maior parte das dores de cabeça destes nove meses são desconfortantes mas inofensivas, tanto para a mãe como para o bebé. No entanto, em algumas ocasiões pode ser um sintoma de um problema mais sério. Por exemplo, no segundo ou terceiro trimestre de gravidez podem ser um sinal de pré-eclâmpsia severa, uma síndrome grave da gravidez que inclui tensão arterial alta, proteínas na urina e outras alterações. Se as suas cefaleias vêm acompanhadas dos seguintes sintomas consulte o seu ginecologista:

  • Se a dor é repentina e explosiva ou se se produz uma dor violenta que chega mesmo a acordá-la a meio da noite.

  • Se tem febre e rigidez no pescoço.

  • Se fica com a visão distorcida ou se lhe custa a falar.

  • Se tem congestão nasal, dor e pressão por baixo dos olhos ou dor nos dentes (podem ser sintomas de sinusite).

  • Se os sintomas não desaparecem com nenhum tratamento ou se se repetem com frequência.

  • Se vê manchas, se aumenta de peso bruscamente, se sente dores na parte superior direita do abdómen e se lhe incham as mãos ou a cara (sintomas de pré-eclâmpsia).

  • Se tem vómitos ou náuseas.

Podem-se prevenir?

Certos hábitos aumentam a possibilidade de sofrer de dores de cabeça. Embora nem sempre funcione, seguir os seguintes conselhos podem ajudá-la a ter menos cefaleias e que estas sejam mais leves:

  • Evite a hipoglicemia e coma a cada duas ou três horas. Para evitar que os níveis de açúcar no sangue baixem (uma causa muito comum das dores de cabeça) ingira proporções mais pequenas de comida, mas mais frequentemente. Evite ingerir açúcar de forma direta, por exemplo comendo doces e guloseimas, porque pode fazer com que o açúcar do sangue alcance níveis instáveis com aumentos e diminuições bruscas. E, para além disso, não se esqueça de beber água abundantemente para permanecer bem hidratada.
  • Certos alimentos aumentam as dores de cabeça. Observe se algum alimento a afecta e elimine-o da sua dieta. Isto é raro mas pode acontecer com algumas pessoas.
  • Limite o consumo de vinho e de outras bebidas alcoólicas, pois para além de conterem muita histamina, o álcool inibe a acção da enzima DAO.
  • Melhore a sua circulação sanguínea evitando as estâncias prolongadas de pé ou o facto de dormir de barriga para cima.
  • Evite as situações stressantes.
  • Faça um pouco de exercício. Existem provas de que o exercício praticado de forma regular pode diminuir a frequência e a intensidade das enxaquecas e reduzir o stress que pode causar dores de cabeça.
  • Realize exercícios de relaxamento, como os de respiração profunda, yoga, meditação ou simplesmente feche os olhos e imagine-se num espaço tranquilo.

Remédios para as grávidas

O paracetamol não prejudica o desenvolvimento do feto, por isso pode tomar um a cada 6 ou 8 horas se a dor não passar por si. No entanto, deve evitar o consumo de medicamentos como as aspirinas.

Se já padecia de enxaquecas antes de ficar grávida, é provável que os medicamentos não lhe sirvam de nada, por isso consulte o seu médico.

Outros remédios caseiros e inofensivos são:

  •  Descanse em lugares escuros. Sente-se ou deite-se num quarto às escuras e coloque uma compressa fria sobre as partes da cabeça onde sente dor.

  • Pressione os pontos da cabeça e o pescoço onde se concentra a dor realizando uma pequena massagem. Isto pode mesmo ser mais eficaz que uma aspirina.

  • Em algumas ocasiões, um banho com água tíbia é o suficiente para “lavar” a dor e fazê-la desaparecer.

  • Vendo as coisas pelo lado bom está na altura de ir para um Spa, se tiver ao seu alcance não deixe de ir fazer umas massagens e tirar “esse peso de cima” para aliviar as dores desconfortantes.

  • Não se esqueça de descansar e dormir num espaço com ar fresco e ventilado.  
Fonte: todopapas.com

Leia Também: Por que agora que estou grávida não paro de ter resfriados?

quinta-feira, 17 de dezembro de 2015

Período menstrual pode deixar mulher mais excitada


Você, mulher, já reparou se durante o período menstrual sente mais vontade de transar? Se sim, saiba que podem existir motivos além do simples desejo para que isso aconteça. Segundo especialistas consultados por UOL Comportamento, hormônios e fatores psicológicos --fundamentais para o orgasmo feminino-- podem influenciar.

Uma das explicações, segundo Carolina Ambrogini, ginecologista, sexóloga e coordenadora do Projeto Afrodite da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo), é que a testosterona, um dos hormônios responsáveis pela excitação feminina, está em evidência durante a menstruação, enquanto os outros --estrogênio, FSH (folículo-estimulante) e LH (luteinizante)-- estão em baixa.
"Principalmente para aquelas que usam pílula anticoncepcional não contínua, que tende a baixar a testosterona e, consequentemente a libido, nesse período é comum o relato de maior excitação, já que acontece a pausa do medicamento", explica.

A especialista fala, porém, que a maneira como cada uma sentirá esse processo é muito individual e que algumas são mais sensíveis do que outras à testosterona.

Para Sylvia Maria Oliveira Cunha Cavalcanti, ginecologista, sexóloga e presidente da comissão de Sexologia da Febrasgo (Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia), o grande incentivo para o sexo na época é o fato de a menstruação ser o sinal de que a mulher não engravidou, caso esse não seja mesmo o desejo dela.

"A diferença entre o desejo masculino e o feminino é que o primeiro é totalmente biológico, carnal, enquanto o segundo é psicossocial, ou seja, depende de como ela está naquele dia, de um gesto de carinho do parceiro etc. Desta forma, mesmo não tendo quase nada no organismo que colabore para que a libido seja maior durante a menstruação, algumas mulheres podem se sentir mais à vontade e confiantes por saberem que o sangue é o sinal de que não engravidaram", afirma.


fonte: UOL

sexta-feira, 11 de dezembro de 2015

Resfriado e gripe na gravidez

 
Por que agora que estou grávida não paro de ter resfriados? 

Seu sistema imunológico fica suprimido durante a gravidez para evitar rejeição ao feto, o que significa que você fica mais vulnerável a infecções como resfriados e gripes.

Uma dieta saudável que inclua muitas frutas, verduras e legumes ajuda a fortalecer o sistema imunológico, por conter antioxidantes, como a vitamina C, que auxiliam no combate a infecções.

Converse com o obstetra para saber se, no seu caso, é recomendável tomar suplementos vitamínicos. Os especialistas acreditam que só com a alimentação dá para suprir a necessidade de vitamina C. Vitaminas especiais para grávidas costumam conter vitamina C também.

Os médicos recomendam que as grávidas tomem a vacina contra a gripe.

Posso tomar remédios durante a gravidez? 


Nunca tome remédios sem antes checar com seu médico se que eles são adequados para gestantes. Muitos deles contêm substâncias que não foram testadas em grávidas e podem prejudicar o desenvolvimento e a saúde do bebê em formação.

Se realmente precisar tomar analgésicos, o paracetamol é considerado seguro (nas doses recomendadas pelo médico).

Evite aspirina porque ela pode afetar o desenvolvimento do bebê nas primeiras semanas de gravidez, assim como, no finalzinho da gestação, alterar o início e a duração do trabalho de parto.

Evite ibuprofeno, codeína e outros analgésicos que contenham uma combinação de substâncias.

Como tratar os resfriados? 


Veja algumas maneiras seguras e naturais para aliviar os sintomas:

  • Mantenha uma dieta equilibrada, que inclua frutas, verduras e legumes, ótimas fontes naturais de vitaminas, minerais, carboidratos, proteínas e gordura.
  • Tente fazer uma inalação só com soro fisiológico se seu nariz estiver entupido. Se não tiver um inalador, coloque água bem quente em uma bacia, acrescente duas ou três gotas de óleo de eucalipto ou de menta e, com uma toalha cobrindo a cabeça, aproxime o nariz da solução.
  • Para dor de garganta e tosse, prepare um chá com mel e limão.
  • Faça gargarejos com água e sal para ajudar nas infecções de garganta.
  • Descanse o máximo que puder -- o sono ajuda o corpo a se restabelecer.
  • Beba bastante líquido. Os chás são especialmente bons para dar sensação de alívio aos resfriados. Só tenha cuidado para escolher chás de ervas que não contenham cafeína.
  • No caso de sinusite, experimente colocar duas gotas de óleo essencial de manjerona em um lenço e cheire-o com frequência.
  • Não deixe de mencionar para seu médico se pretende usar remédios homeopáticos.

Quando devo ir ao médico? 


Converse com o médico que faz seu pré-natal se apresentar uma tosse persistente e um resfriado prolongado, já que eles podem ser sinais de uma infecção secundária, a qual precisará de outro tratamento.

De novo, se tiver febre, procure logo o médico, nas primeiras 24 horas, por causa da ameaça do vírus influenza A/H1N1, que pode ser mais grave em gestantes.

Como posso tratar uma gripe?


Em primeiro lugar, converse com o médico, para ver se não precisa tomar remédios antivirais.

Os sintomas da gripe -- febre, dor de cabeça, calafrios, cansaço e perda de apetite -- podem realmente derrubar você durante a gravidez. Siga as orientações do médico e beba bastante água, chá e sucos, especialmente se tiver febre, para evitar uma desidratação. Suco de laranja, rico em vitamina C, ajudará a combater a infecção, e chá de mel com limão vai aliviar a dor de garganta.

Quando voltar a ter alguma vontade de comer, procure consumir alguma coisa nutritiva, como frutas, torradas de pão integral ou leite. Descanse bastante e não volte ao trabalho até que se sinta completamente recuperada -- o médico pode ajudar, fornecendo os atestados necessários.

Se estiver demorando para melhorar, vá ao médico para ter certeza de que não há outra infecção.

A gripe pode afetar o bebê? 


Não. Mesmo que você esteja se sentindo bem mal, fique tranquila porque o bebê está protegido do vírus dentro do seu útero, ou seja, ele não vai ficar gripado. Assim como nos resfriados comuns, a dose adequada de paracetamol pode ajudar a aliviar os sintomas.

Descanse, descanse e descanse. Não volte à rotina enquanto não estiver plenamente recuperada.

Apesar de o bebê não ser afetado pelo vírus em si, o bem-estar dele depende do seu. Se você estiver muito debilitada, é possível que ele sofra também. Por isso tome todos os cuidados para se recuperar, sempre com o acompanhamento do médico.

Vou ter que tomar antibióticos. Eles fazem mal ao bebê?


Os antibióticos só são usados no caso de haver alguma complicação do resfriado ou da gripe, como sinusite, pneumonia ou infecção das vias aéreas. Há muitos antibióticos que são seguros de se tomar durante a gravidez, mas outros não, então não esqueça de mencionar a qualquer médico que for que você está grávida.

O uso das penicilinas é seguro na gestação, ao contrário das tetraciclinas, que podem provocar anormalidades fetais no início da gravidez e causar descoloração nos dentes de leite e nos permanentes de seu filho se forem administradas no final. 


Fonte: baby center

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quinta-feira, 3 de dezembro de 2015

Espinhas na gravidez

Espinhas na gravidez é bastante incomoda e realmente voltam fervorosamente durante essa fase na vida da mulher. Confira a seguir porque ela ocorre e como evitá-las:

Espinhas na gravidez, por que elas surgem?

 
As espinhas na gravidez ocorrem devido ao aumento do hormônio progesterona, que acaba aumentando a oleosidade da pele e tampando os poros, permitindo que ocorra o surgimento das temidas espinhas.

As espinhas surgem com maior frequência na região do rosto, seios e costas. A maior incidência de espinhas na gravidez ocorre nas primeiras semanas da gestação, quanto mais próximo do momento do parto, menor será a concentração do hormônio progesterona e com isso a diminuição da oleosidade da pele.

Espinhas na gravidez, como tratar?

 
É importante consultar um dermatologista para verificar as suas espinhas, para que indique o melhor tratamento. Boa parte dos medicamentos para espinhas possui ácidos que são absorvidos pela pele, sendo que durante a gravidez o seu uso pode complicar a gestação. Por isso, eles são contra indicados.

Uma ótima forma de evitar a oleosidade em seu rosto e as demais regiões é lavando com sabão neutro e em seguida hidratar com oil free, e sempre que puder evitar o uso de maquiagem em seu rosto.


Fonte:  gravidez e filhos

Gestantes podem usar repelente de insetos?

Gestantes devem ter cuidado redobrado na prevenção de infecções transmitidas por insetos como Dengue e Zika. Para isso é importante o uso de um repelente de insetos adequado.

Sim, gestantes DEVEM usar repelente de inseto.

Recentemente vivemos uma epidemia de infecções virais potencialmente graves para as gestantes como Dengue e Zika, ambas transmitidas pelo mosquito Aedes aegypti.


Para prevenir a doença, além das medidas de controle dos focos criadores (água parada), a gestante deve se proteger contra a picada do inseto com o uso de roupas compridas, telas nas janelas e repelentes químicos.

É um grave erro achar que a mulher grávida deve usar produtos para bebês pensando: “se não faz mal para o bebê, não deve fazer mal para a gestante”. Considerando a necessidade de se proteger contra uma doença potencialmente grave, a proteção tem que ser o mais eficiente possível. Assim, os repelentes recomendados para as gestantes são os mesmos recomendados para os adultos.

São 3 os principais repelentes disponíveis no Brasil:

  • Icaridina
  • DEET
  • IR3535

A Icaridina na concentração de 20 a 25% (Exposis) é o repelente de maior duração na pele, conferindo aproximadamente 10 horas de proteção contra os insetos.

O DEET é o repelente mais comum e mais fácil de ser encontrado nas farmácias e supermercados (OFF, Autan, Repelex, entre outros). É um repelente muito eficiente, mas sua duração depende da concentração de DEET no produto. Infelizmente no Brasil a ANVISA só autoriza a venda de repelentes com concentração de DEET de até 15%, o que confere proteção máxima por 6 horas (produtos com concentrações de 25-50% estão disponíveis em outros países e são mais eficazes). Gestantes devem escolher os repelentes com DEET na versão para adultos (15%) com 6 horas de duração e não a versão infantil, que tem apenas 6 a 9% do ativo e duração mais curta (2 horas).

O IR3535, conhecido como Loção Antimosquito Johnson’s, é indicado para crianças de 6 meses a 2 anos. Tem duração muito curta, necessitando de reaplicações a cada 2 horas, o que pode deixar a gestante desprotegida em períodos de longa exposição.

Os repelentes naturais como citronela e andiroba tem rápida evaporação e portanto um tempo de proteção muito curto, de 10 a 20 minutos. Assim, não são considerados repelentes seguros para gestantes.

Concluímos então que a Icaridina seria a primeira escolha para a gestante pelo longo tempo de duração da proteção, sendo necessária apenas uma aplicação ao dia. O DEET e IR3535 também podem ser usados, mas por apresentarem menor duração da proteção, precisam ser reaplicados ao longo do dia.

Vale lembrar que o mosquito da Dengue/Zika tem hábitos diurnos, então o uso do repelente deve priorizar este período.

Como aplicar?

O efeito dos repelentes se dá pelo “efeito de nuvem”, ou seja, após a aplicação o repelente evapora e forma uma “nuvem” de aproximadamente 4 cm em volta da pele que repele o inseto. Assim, não é recomendado usar o repelente por baixo das roupas, mas por cima dos tecidos e apenas na pele exposta (braços, colo, pernas, pés).

Pelo mesmo motivo, o repelente é o último produto a ser aplicado na pele. Primeiro usa-se hidratantes, filtros solares, maquiagem, e o repelente sempre por cima de tudo.

Evite aplicar perto de olhos, nariz e boca. Todos os repelentes podem irritar as mucosas.

Respeitar o intervalo para reaplicar o produto:

  • Icaridina: 10 horas na pele e a cada 72 horas nos tecidos
  • DEET adultos (15%): 6 horas
  • IR3535: 2horas

Obs: essas recomendações são baseadas nos produtos atualmente disponíveis e permitidos pela ANVISA no Brasil.


fonte: Dermatologia e saúde

segunda-feira, 23 de novembro de 2015

Gravidez Ectópica: Sintomas e Tratamentos


Duas em cada 100 grávidas devem ter a gravidez interrompida por desenvolver-se fora do útero, que, no campo da medicina é conhecida como gravidez ectópica. Compreender a gravidez ectópica, seus sintomas e tratamentos, seus fatores de risco e formas de prevenção podem ajudar a preveni-la.

O que é Gravidez Ectópica?


Usamos o termo gravidez ectópica, quando o feto se desenvolve fora do útero. Pode ser nas trompas de Falópio, nos ovários, no colo uterino e incluindo no peritônio, que é a membrana que circunda a parede exterior do útero. No entanto, é mais comum o feto se desenvolver nas trompas de Falópio, caso conhecido como “gravidez tubária”.

O que acontece é que, após a fecundação, durante a viagem que o óvulo fertilizado realiza até o útero, pode alojar-se em outro lugar. Existem casos em que ele toma a direção oposta, indo para os ovários e outros que enfrentam dificuldades no percurso, e por isso se desenvolvem no meio do caminho.

Os sintomas da gravidez ectópica

Em geral, as mulheres grávidas sentem dores abdominais intensas muito similares às cólicas menstruais, também podem sofrer sangramentos vaginais. Por isso, a gravidez ectópica é muitas vezes confundida com a menstruação.

Outros sintomas incluem náusea, vontade permanente de urinar, vômitos e sensibilidade nas mamas. Estes sintomas são os mesmos que os de uma gravidez normal, o que torna mais difícil o diagnóstico. Em casos mais raros, a mulher grávida pode até desmaiar de vez em quando.

Diagnóstico

Depois de procurar ajuda médica, a mãe deve enfrentar alguns exames clínicos e laboratoriais. Entre eles, o médico pode pedir um teste de gravidez, ultra-som transvaginal e exame de sangue. Os resultados de todos os exames depois de serem comparados uns com os outros, podem fornecer a informação necessária para que o médico possa fazer o diagnóstico.

Fatores de risco

Existem vários fatores que influenciam uma mulher desenvolver uma gravidez ectópica. Entre eles, os mais importantes são o tabagismo, cirurgias abdominais prévias, infecções pélvicas causadas por bactérias como Neisseria gonorrhoeaee, Chlamydia trachomatis e idade avançada da mãe. Além disso, uma mulher que sofreu uma gravidez ectópica tem 10 vezes mais chances de desenvolver o problema de novo.

Tratamento


Infelizmente, quando a gravidez é deste tipo, deve ser interrompida imediatamente, devido aos elevados riscos que pode trazer para a saúde da mulher grávida. Após a confirmação do diagnóstico, é recomendado que as mulheres enfrentem a cirurgia para interromper a gestação. Se isto não for feito, poderá haver ruptura das trompas de Falópio, o que pode provocar hemorragia intensa e pode mesmo causar a morte da mulher.

Uma mulher que sofreu uma gravidez ectópica e foi submetida a uma cirurgia para interromper a mesma, pode engravidar novamente após um período de 12-18 meses. É possível que a gravidez seja completamente normal, ainda que, como foi explicado, a possibilidade que se repita é maior.

Por tudo isso, é essencial manter o contato com o seu médico antes de engravidar, adotar hábitos de vida saudável e tomar as precauções necessárias para que os riscos sejam minimizados, tanto quanto possível.


fonte: mulheresdicas.com

leia também: Os 5 Hábitos que Pioram a Gripe

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